O Gato de Yule

É um felino gigante e demoníaco presente do folclore islandês. Conhecido por espreitar os campos nevados durante o Natal e comer aqueles que não recebem roupas novas para vestir antes de véspera do Natal. É associado a gigante comedor de crianças Gryla e aos seus filhos, os rapazes Yule, sendo considerado o seu animal de estimação. A  ameaça de ser comido pelo gato de Yule era usada pelos fazendeiros para incentivar os seus trabalhadores a acabarem de processar a lã e conseguirem cumprir o prazo. Estes eram  recompensados com roupas novas, mas aqueles que não conseguiam, não recebiam nada e assim de acordo com a lenda seriam atacados pelo monstruoso gato.

A versão do felino devorador de pessoas foi popularizada pelo poeta Jóhannes Úr Kötlum, com seu poema Jólakötturinn.

Hvitserkur ou ( camisa branca )

A lenda diz que Hvítserkur é um troll petrificado. O troll vivia em Strandir nos Wesfjords e queria destruir os sinos do convento de Þingeyraklaustur. Os trolls islandeses não são cristãos e não gostam de igrejas nem do som dos seus sinos. Felizmente, o troll foi apanhado pela luz do dia e como se sabe, os trolls transformam-se em pedra à luz do dia;)

Apesar da lenda falar num troll petrificado, de alguns ângulos Hvítserkur , parece um dragão a beber água. 

Ob: O seu nome é derivado à quantidade de guano depositado nas rochas, por varias espécies de aves.

Reynisdrangar

Ao visitar a praia, os viajantes podem observar imediatamente as pilhas de rochas situadas na costa, conhecidas como Reynisdrangar.

Conta a lenda que dois trolls arrastaram um navio de três mastros, mas entretanto amanheceu, e acabaram por ficar transformados em rochas.

Outra lenda fala de um marido cuja esposa foi raptada e morta por dois trolls. O homem seguiu os trolls até à praia, onde os congelou, garantindo que eles não matavam novamente.

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